O primeiro astronauta brasileiro (ou cosmonauta) já aterrissou e vive a onda de condecorações e discursos elogiosos a seu papel.
Mas ficará algum legado duradouro dessa aventura? Será o nosso programa espacial encarado com a seriedade que um projeto de futuro para uma nação merece?
Somos uma nação pobre, rica em recursos naturais, extremamente desigual e injusta. E uma oportunidade enorme aparece.
Se realmente pretendemos entrar no "clube espacial" quanto vamos dedicar de recursos? Haverá comprometimento suficiente do governo e da iniciativa privada? E o homem do povo aprovará incluir nas prioridades da nação o que, à primeira vista, soa como uma brincadeira muito cara?
O próprio Marcos Pontes desempenhou bem o seu papel. Preocupa-me que venha a tirar algum proveito que manche o que foi sua trajetória até aqui.
Vimos um brasileiro no espaço, mas e agora? O que vem depois?
2006-04-22
2006-01-03
Novo ano - Ano novo (de novo)
Terceiro dia de 2006, já é passado a ressaca de ano novo.
O que será que o ano nos reserva?
Nesse ano, completo 30. São 3 décadas de vida.
Com certeza, não sou mais uma criança.
É ano de eleições no Brasil, ano de Copa do Mundo.
Que seja um ano no qual nossa responsabilidade sobre os acontecimentos não soe como culpa.
Que a influência do imponderável não soe como alívio.
Um novo ano que seja como um novo retrato no álbum de fotografias da vida, rico em cores e significados e emoções. Enfim, que seja um ano sabidamente memorável para todos.
O que será que o ano nos reserva?
Nesse ano, completo 30. São 3 décadas de vida.
Com certeza, não sou mais uma criança.
É ano de eleições no Brasil, ano de Copa do Mundo.
Que seja um ano no qual nossa responsabilidade sobre os acontecimentos não soe como culpa.
Que a influência do imponderável não soe como alívio.
Um novo ano que seja como um novo retrato no álbum de fotografias da vida, rico em cores e significados e emoções. Enfim, que seja um ano sabidamente memorável para todos.
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